O Padroeiro mais poderoso do mundo

Os artistas sacros, os maiores gênios da pintura e da escultura, conceberam a ideia de perenizar as cenas dissertadas nas Sagradas Escrituras. Assim, temos quadros belíssimos retratando o Cristianismo a partir da Anunciação a Maria, pelo Arcanjo Gabriel, de que ela fora eleita bendita entre todas as mulheres da Terra, para a sublime missão de dar a LUZ, isto é, o Filho de Deus, o Verbo que se faria Carne para habitar entre nós. A partir do casal José e Maria com Jesus ainda em seu ventre, até a manjedoura aonde se deu Seu nascimento, as belíssimas cenas se sucedem em milhares de quadros e esculturas. Por exemplo: A Família Sagrada, Jesus entre os doutores da Lei, a série de cenas em que se constituem as estações da Via Sacra, o momento da morte, da ressureição, a posterior aparição aos discípulos, etc. e, finalmente, a cena mais importante de todas que é o momento em que Jesus se despede de todos em caráter definitivo, ou seja: o Seu último instante em nosso Planeta. Eis aí a cena que representa o Padroeiro da Comunidade Mirandelense, NOSSO SENHOR DA ASCENSÃO.

Por conseguinte, não há como negar: de todo o acervo artístico que se encontra  retratado em toda a História do Cristianismo; de todas as cenas transformadas e perenizadas em esculturas e quadros, todas as imagens; nem mesmo aquela que representa o Ato Glorioso da Ressurreição, têm a mesma  importância da imagem que representa o momento sublime em que o Filho começa a levitar, subindo ao Céu em direção ao Pai,  para ali permanecer conforme está escrito na Oração do Credo: “…  à direita de Deus Pai, Todo Poderoso, de onde há de vir…”.    

A Igreja Católica é riquíssima nessa importantíssima tarefa de perenizar a ação de seus santos e de todos os que em vida deram exemplos de fé, de humildade, de resignação, de fraternidade, como foi ensinado pelo Mestre dos Mestres. Nossa Senhora, São José, São Francisco de Assis, Santa Clara, Santa Terezinha, são exemplos marcantes de fé e de almas verdadeiramente cristãs. Todavia, poder-se-ia comparar as imagens relativas a qualquer um deles com a imagem de Jesus subindo ao Céu? Claro que não!

“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por Ele: e nada do que foi feito, foi feito sem Ele. Nele estava a vida, e a vida era a LUZ dos homens: a luz resplandece nas trevas, mas as trevas não a compreenderam… E o verbo se fez carne, e habitou entre nós: e nós vimos a sua glória como Filho unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade. (Ev. S. João, Prólogo, Vers. 1 a 14).

Não há dúvida: SENHOR DA ASCENSÃO, o Verbo que se fez carne e habitou entre nós, no momento em que volta ao Pai Todo Poderoso, é o Padroeiro mais forte do mundo, de todo o nosso Universo. Não admitir isso, significaria negar-se a importância do Cristianismo, do próprio Jesus Cristo, do verbo que se fez carne e habitou entre nós.

Parabéns, Mirandelenses!

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