UMA REFLEXÃO SOBRE O DIREITO DO VOTO.

O exercício da cidadania no regime democrático pressupõe o direito do cidadão escolher dentre seus patrícios as pessoas certas para os cargos públicos da REPÚBLICA que, como todos já sabem, significa COISA PÚBLICA, ou, coisa do povo brasileiro, em nosso caso. Essa ideia se estende sobre tudo o que cuide de administração de bens que pertençam a uma coletividade qualquer. Ela está nos condomínios, nas associações, nos sindicatos, etc. Por conseguinte, a responsabilidade não é apenas de quem administra o bem público ou coletivo. A responsabilidade, quando se fala de democracia, começa com o cidadão comum, no exercício do seu direito de votar, de escolher. O voto, portanto, não é algo que se dê por mera simpatia pessoal a um amigo. Ao votar, o cidadão precisa estar absolutamente consciente do seu dever: para com a Pátria, para com o condomínio, para com o seu sindicato de classe, etc. Quando isso acontece ai sim, poderemos falar de DEMOCRACIA.

 Passando essa concepção para o nosso sindicato, o SINTHORESP, o cidadão eleitor, isto é, o associado, tendo o dever moral de se preparar para o exercício do seu voto, irá analisar o trabalho da atual diretoria que pretende ser reconduzida a novo mandato e, também, analisar os eventuais candidatos de oposição que desejam assumir o comando da entidade. De um lado, quem são, o que fizeram, o Calasans,  o Gilberto, o Edimundo, o João Lima, o Freitas a Leonor, o Rubens e seus demais companheiros? Ai, você irá constatar, independentemente da simpatia pessoal de cada um deles em relação à sua pessoa, que esse grupo de pessoas vem realizando um trabalho sério na entidade que foi transformada de um minúsculo e desconhecido sindicato no atual SINTHORESP que se projeta em todo território nacional como uma das mais respeitadas entidades sindicais do País, reconhecida como a maior da América Latina no setor de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares, razão pela qual o seu presidente é também vice-presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Turismo e Hospitalidade, Diretor de Assuntos Jurídico de uma Central Sindical e Conselheiro do SENAC.      

Em contrapartida, fará a mesma análise em relação ao grupo que representa a oposição. Constatará, portanto, que o líder desse grupo é diretor de uma federação que vem se esvaindo, perdendo filiados, até se tornar mera associação sem natureza sindical. Evidentemente, tivesse ele talento para conduzir uma entidade sindical, impediria essa catástrofe em sua Federação, até porque sua posição na diretoria é a de Diretor Secretário Geral.

Por conseguinte, independentemente da simpatia pessoal, o associado tem o dever de construir com o seu voto. Ele tem o dever de valorizar a democracia que lhe permite escolher com absoluta segurança ou, pelo menos, com maior segurança, as pessoas que irão conduzir seu Sindicato ao destino certo. Tudo isso, porque, cidadania é algo sagrado; é um direito sublime, mas é também um dever inarredável. SOMENTE COM ESSA CONVICÇÃO SE CONSTROI UM PAÍS VERDADEIRAMENTE ASSENTADO SOBRE OS PILARES DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO.

Pensemos nisto!

Francisco Calasans Lacerda.

Em 16 de novembro de 2013.         

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